O Conselho Monetário Nacional ( CMN ) autorizou ontem a prorrogação das dívidas de crédito rural de arrozeiros prejudicados por proplemas climáticos na Metade Sul do Estado. Os produtores terão cinco  anos para pagar as parcelas de custeio e um ano a mais para quitar as de investimento – com juro de 8,75% ao ano.

A ampliação do prazo para o pagamento, porém, não será automático. Os produtores deverão comprovar as perdas em laudos técnocos e informar aos bancos a necessidade.

Mais de 90% dos contratos, efetuados no Banco do Brasil, começam a vencer agora em julho, A prorrogação envolve R$ 600 milhões em crédito de custeio e investimento.

Fonte : Zero Hora

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